domingo, 14 de novembro de 2010

JOÃO - Estudo 48: CRUCIFICAÇÃO E MORTE DE JESUS – cap. 19. 17 – 37.

Neste texto encontramos:
- Jesus é entregue aos soldados que lhe dão a Sua cruz para ser levada até o local de suplício, o monte da Caveira, Calvário ou Gólgota. v. 17.
- Jesus é crucificado juntamente com dois ladrões colocados um de cada lado. v. 18; Mateus 27. 38.
- Cédula de acusação contra Jesus fixada na parte superior da cruz: “Jesus nazareno, o rei dos judeus”. O rei dos judeus será chamado rei das nações. v. 19; Colossenses 2. 14; Apocalipse 11. 15; 15. 4; 17. 14; 19. 6.
- A placa foi escrita em três línguas: aramaico, latim e grego para ser lida por todos: nação dominada, nação dominadora e demais nações do mundo. v. 20.
- Sacerdotes questionam Pilatos sobre os termos da placa e sugerem mudança. v. 21.
- Pilatos mantém os termos da placa de acusação. v. 22.
- Roupas de Jesus são divididas entre os quatro soldados que realizaram a crucificação. v. 23.
- A túnica de Jesus (vestimenta externa) por ser sem costura foi sorteada entre os quatro soldados. As Escrituras haviam previsto essa partilha e sorteio. v. 24; Salmo 22. 18.
- Presença consoladora de Maria, mãe de Jesus, tia de Jesus, Maria, mulher de Clopas, Maria Madalena e de João, o apóstolo. v. 25.
- Jesus olha para Sua mãe junto à cruz e lhe apresenta João o apóstolo: “Mulher, aí está o seu filho”. A ausência do filho primogênito seria suprida pelo filho adotivo ou filho do coração. Jesus amava João e dele recebia amor fraterno. Era pessoa digna de Sua confiança. João O havia acompanhado em todo o Seu ministério terreno, no sofrimento no Jardim do Getsêmani, durante o julgamento injusto realizado pelos religiosos, no julgamento injusto diante de Pilatos e agora estava com Ele junto à cruz. João era amigo e apóstolo. Sua amizade havia evoluído de tal maneira que se tornou em verdadeiro irmão de Jesus. A irmandade que os unia era mais que a biológica. Logo, poderia apresentá-lo a Maria como filho. Ela poderia recebê-lo sem receio, Ele não a decepcionaria. v. 26; Provérbios 17. 17.
- Jesus se volta para João e lhe apresenta Sua mãe: “Aí está sua mãe”. Pediu-lhe que a recebesse como mãe e fizesse como filho adotivo o que havia feito em Sua condição de filho primogênito. Amorosamente João acolheu Maria como mãe e a recebeu em sua família. Faria o que lhe fosse possível para ser digno dessa honra concedida por Jesus. Infelizmente os irmãos e as irmãs de Jesus por parte de mãe não estavam ali. v. 27; Marcos 6. 1 - 4.
- Na cruz Jesus concluiu Seu ministério terreno. v. 28a.
- Para cumprir as Escrituras Jesus declara: Tenho sede. v. 28b; Salmo 69. 21.
- Soldados embebem uma esponja com vinagre e a aproximam dos lábios de Jesus. v. 29.
- Jesus prova o vinagre após seis horas de sofrimento na cruz. A seguir declara encerrado Seu ministério terreno e completado o sacrifício substitutivo. Sua cabeça se curva e entrega Sua vida ao Pai. São quinze horas. No templo o véu que separava o lugar Santo do Santo dos Santos é rompido de alto a baixo. Com a morte de Jesus é estabelecido o Novo Testamento, o Novo Concerto, a Nova Aliança no relacionamento de Deus com o homem. A Antiga Aliança em sua forma de relacionamento com Deus cessava seus efeitos. Dela permaneceriam em vigor apenas os princípios espirituais e morais como expressão do eterno caráter de Deus. Somente um ser divino/humano poderia fazer essa mudança. v. 30; Salmo 31. 5; Êxodo 26. 31 – 33; Lucas 23. 44 – 49; Hebreus 9. 11 – 28; 10, 19 – 25; 12. 22 – 29.
- Jesus morreu na sexta-feira, dia da preparação da páscoa judaica a ser comemorada após o por do sol desse mesmo dia. O por do sol de sexta-feira sinalizava o inicio do sábado judaico. 31a.
- Para que os corpos não permanecessem na cruz no sábado judaico, os judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos crucificados a fim de apressar-lhes a morte, retirar seus corpos da cruz e sepultá-los. v. 31b.
- Soldados quebram as pernas dos dois homens crucificados ao lado de Jesus. v. 32.
- Ao se aproximarem de Jesus e vendo que Ele já estava morto não lhe quebraram as pernas. As Escrituras se cumprem. v. 33; Êxodo 12. 46; Números 9. 12; Salmo 34. 20.
- Soldado perfura o lado de Jesus com uma lança para se certificar de Sua morte. Sai sangue e água do corte. v. 34; Isaías 53. 5.
- João, o apóstolo foi testemunha ocular dos fatos que relatou e o seu testemunho é digno de crédito. Feliz é aquele que considera válido (eficaz) para si o sacrifício substitutivo de Jesus, acolhido por Deus-Pai como válido e suficiente para a nossa salvação. Quem é competente para duvidar do testemunho de quem viu o que relatou e na presença de pelo menos oito testemunhas? v. 35.
- Escrituras se cumpriram em Jesus: Seus ossos não foram quebrados. v. 36; Êxodo 12. 46; Números 9. 12; Salmo 34. 20.
- Jesus mantém em Seu corpo as marcas da salvação para ser reconhecido. Essas marcas foram vistas posteriormente pelos discípulos e serão vistas no final da história das nações no retorno do Messias para os judeus. v. 37; João 20. 19 – 20, 24 - 29; Zacarias 12. 10.

VISÃO GERAL
A iniciativa da reconciliação da criatura com o Criador partiu de Deus, o Criador, a quem o homem ofendeu com sua desobediência. Salmo 100. 3; João 1. 12 – 14; 1 João 4.9 - 10, 19.
A gravidade do pecado do homem resultou em sua morte espiritual (separação de Deus e sujeito à condenação eterna) e morte física (separação do espírito/alma do corpo).
O desconhecimento humano das conseqüências espirituais, eternas e materiais dessa rebelião contra o governo divino fez com que o Deus de amor colocasse em ação o meio de reconciliação e salvação que contemplasse ao mesmo tempo Sua justiça, paciência, autodomínio e misericórdia.
A ação divina operada na cruz já estava na mente de Deus em Seu presente eterno na eternidade. Nada O surpreende em Sua Onipotência, Onisciência e Onipresença. Ele pode, sabe e vê.
No caráter amoroso de Deus não há espaço para a impunidade. Nada O impede de condenar ou perdoar o pecador de acordo com as condições que Ele estabelece em Sua soberania. Somente Deus, o Criador, é competente para estabelecer o plano de salvação e a forma como deseja se relacionar conosco.
No tempo divinamente determinado, Deus se tornou homem na pessoa de Jesus Cristo, Seu Filho e Mediador. Ao vir ao mundo o Senhor Jesus definiu Sua missão: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”. Todas as ações ministeriais de Jesus giraram em torno desse princípio. Lucas 19. 10; Gálatas 4. 4 – 5.
Vamos analisar a ação salvadora de Jesus:
a) Ele foi estabelecido como perfeito Mediador. Ao se tornar homem o Verbo recebeu em Si a natureza humana. Assumiu como co-Criador a condição de criatura. Sendo Deus manteve inalterada a natureza divina em Sua humanidade o que O isentou de pecado, mas não Lhe retirou como homem o direito ou a liberdade para pecar. Sabedor disso o Diabo o tentou em todo o tempo. O inimigo reconheceu a divindade e a humanidade de Jesus, mas decidiu testá-las. Jesus venceu o inimigo, limitou suas ações e o colocou em seu lugar. Como Mediador Jesus conhecia sem limites o interior de Deus e do homem. Isso O qualificou para essa função especial e única. Jó ansiava por esse Mediador. Jó 9. 32 – 35; Mateus 4. 1 – 11; João 1. 1 – 3, 14.
b) Em Sua natureza divina o Mediador deveria contemplar ao mesmo tempo a justiça, a paciência, o autodomínio e a misericórdia de Deus. Jesus as satisfez plenamente.
c) Em Sua natureza humana Jesus precisaria ser alguém sem pecado para que pudesse assumir sobre Si os pecados dos pecadores que considerassem válido para si o sacrifício cruento (com sangue) e vicário (substitutivo) do Mediador, a fim de isentá-los de culpa diante de Deus. Um pecador não pode assumir para si os pecados de outro pecador. Se isso fosse possível a humanidade estaria condenada eternamente porque todos pecaram. 2 Crônicas 6. 36; Romanos 3. 23; 1 João 1. 8 - 10. A Lei da Transferência de pecados só é aceita por Deus em Jesus porque Ele fora separado com a missão de Cordeiro de Deus que veio para morrer a fim de tirar os pecados dos pecadores e por fim ressuscitar e retornar ao céu para ser adorado. João 1. 29; Apocalipse 13. 8; 15. 3; 19. 7, 9; 21. 27; 22. 3, 14. Jesus jamais pecou. Se tivesse cometido pelo menos um pecado estaria desqualificado para ser o Cordeiro de Deus e Mediador.
d) O Mediador ao assumir sobre Si (natureza humana) os pecados dos pecadores pela Lei da Transferência aplicada Nele por Deus ficou sujeito à punição divina pelos pecados assumidos e já existentes nos pecadores. Jesus foi condenado a sofrer como se pecador fosse, mesmo que temporariamente, a morte espiritual (separação de Deus) e a morte física (separação do espírito/alma do corpo), Se Jesus não tomasse sobre Si os pecados dos pecadores ambas as mortes não teriam domínio sobre Ele porque o salário do pecado é a morte. Só o Seu sacrifício substitutivo poderia levá-Lo à morte. Esse fato é inegável. Não podemos falar em sacrifício vicário (substitutivo) sem aceitarmos que Jesus ficou sujeito à morte espiritual e física já existente nos pecadores. Ele assumiu plenamente o que merecíamos para nos dar em Seu amor revelado em justiça e misericórdia o que não merecíamos: o livramento da morte espiritual e física, por nossos próprios méritos. Essa libertação exige a presença da fé do pecador no Salvador. Essa fé é dom divino que tem como fonte a Graça de Deus. A Nova Aliança sendo bilateral exige a presença consciente e voluntária do Salvador e do salvo no ato de salvação. Leia Romanos 3. 23; 6. 23; 2 Coríntios 5. 21; Gálatas 3. 13; Efésios 2. 8 – 10; Hebreus 2. 14, 17; 4. 15; 7. 22 - 28; 9. 11 – 28; 2 Pedro 2. 21 – 25. Jesus foi separado de Deus pelos nossos pecados e sofreu em seu corpo a morte física ao nos substituir como se pecador fosse diante de Deus. 2 Coríntios 5. 21.
e) Era necessário que o Mediador, cumprida a parte humana de substituição pelo pecador, vencesse o poder do pecado, isto é, a morte, e retornasse ao lugar de onde viera para reassumir plenamente as honras da Divindade deixadas de lado em Seu ministério terreno. O Mediador voltou ao Pai como pessoa divina e humana porque o Verbo havia se feito carne e não poderia voltar ao céu do mesmo jeito que havia entrado na terra. Esse era o propósito divino que cumpriu com alegria. Retornou ao céu como homem perfeito. O corpo de Jesus, gerado no ventre de Maria e preparado para habitar a terra, ao ser colocado no túmulo tinha sobre si os nossos pecados. Ao ressuscitar em corpo glorioso, sem pecado e preparado para habitar o céu, o Senhor Jesus permitiu que ficasse em Seu corpo apenas as marcas da salvação como testemunho visível no céu e na terra de Sua missão salvadora cumprida integralmente. Na terra foi o Cordeiro de Deus e no céu é reconhecido como Cordeiro de Deus. Como Deus e homem o Mediador inaugurou o Seu ministério celeste de intercessão diante do Pai até que nos tenha eternamente junto a Si. João 1. 14; 13. 1 – 3; 16. 28; Filipenses 2. 5 – 11; 1 Timóteo 2. 5 – 6; Apocalipse 13. 8; 15. 3; 19. 7, 9; 21. 27; 22. 3, 14.
Jesus Cristo foi perfeito em tudo o que fez em obediência ao Pai e em nosso favor. Só podemos nos relacionar com Deus por meio de Jesus Cristo. Isaías 64. 4; João 14. 6; 17. 1 – 26.
Entender, pelas Escrituras, os propósitos de Deus, o significado da morte e ressurreição de Jesus é o fundamento para que a fé salvadora produza os seus efeitos na vida de quem Nele crê como Senhor e Salvador.
Outro aspecto importante a ser considerado no perfeito, único e irrepetível sacrifício de Jesus é que as Escrituras se cumpriram plenamente no ato da crucificação: na declaração da sede, no repartir das vestes, no sorteio da túnica, na permanência intacta dos ossos de Jesus e finalmente no transpassar do Seu corpo com uma lança.
Jesus tinha consciência do cumprimento das Escrituras em Sua vida. A liderança religiosa, os religiosos, os judeus, Pilatos e os soldados cumpriram as Escrituras de forma inconsciente ou involuntária. Nem sempre quem diz fazer a história sabe que apenas a cumpre conforme os propósitos estabelecidos pelo Criador do tempo e da história: Deus.

FOCALIZANDO A VISÃO
Após ter atendido aos argumentos falsos dos judeus que ainda feriam a sua consciência, Pilatos entregou Jesus aos soldados para que O crucificassem.
A Jesus foi entregue uma cruz que Ele recebeu como Sua e do palácio do governo a carregou pelas ruas de Jerusalém até ao monte com a aparência de uma caveira, mais conhecido como Calvário ou Gólgota reservado pelos romanos para a crucificação dos condenados. O Filho de Deus e Filho do Homem considerou esse local como o Seu altar do sacrifício substitutivo. Sua sentença de condenação era injusta e ilegal porque não havia cometido qualquer crime de natureza civil ou religiosa.
É preciso enfatizar que Jesus não era um mártir porque não fora obrigado a morrer na cruz por defender alguma causa de natureza pessoal ou política. Habituado a obedecer ao Pai e às Escrituras, se deixou prender no Jardim do Getsêmani e agora se entregava consciente e voluntariamente à morte de caráter substitutivo porque essa era a forma estabelecida por Deus para que a reconciliação entre Criador e criatura fosse concretizada. O Espírito Santo levaria a humanidade a entender e acolher esse propósito divino.
Jesus assumiu para Si a condenação que era nossa diante da justiça de Deus pelo fato de sermos pecadores em Adão. Ao pecar, o primeiro homem deixou como herança irrecusável aos seus descendentes a natureza pecaminosa que move a nossa vontade para nos rebelarmos continuamente contra o Governo de Deus todas as vezes que nossa vontade se opõe a Sua Vontade, Leis e Princípios. Ao lermos as Escrituras descobrimos a Vontade de Deus. Essa descoberta nos desperta para obedecê-la. Salmo 119. 11.
A prova de que herdamos de Adão a natureza pecaminosa é que não há homem que não peque e que não morra fisicamente.
O pecado promoveu primeiramente a morte espiritual (separação de Deus) e depois a morte física (separação do espírito/alma do corpo.
A vinda de Jesus ao mundo, Sua morte substitutiva e ressurreição foi a providência amorosa de Deus para eliminar definitivamente a morte espiritual e física das criaturas humanas. A morte espiritual perde seu efeito a partir da ação eficaz do Espírito Santo que desperta em nós, ao ouvir as Escrituras, a necessidade da reconciliação com Deus pela fé no perfeito Mediador, Jesus Cristo. Nele temos paz com Deus.
Nos propósitos de Deus era necessário que a reconciliação ocorresse pela morte substitutiva realizada por Jesus. Tentar a reconciliação com Deus sem a mediação de Jesus é insensatez. É declarar a incompetência de Deus em Sua providência salvadora. Atos 4. 12; Efésios 2. 8 – 10. A insensatez de muitos se revela de duas maneiras: a) quando desejam negar seu vínculo com Deus como Suas criaturas feitas à Sua imagem e semelhança e que a Ele devem prestar contas do que fizeram da vida que lhes foi dada como presente; b) quando se voltam para a idolatria e constroem um deus feito à imagem e semelhança do homem usando materiais diversos, se ajoelham diante de sua obra, a proclama seu deus, com ela tem um relacionamento religioso, presta-lhe culto e pede sua proteção. A matéria não pode se proteger e muito menos proteger alguém. Coisas jamais podem suprir espiritual e fisicamente a criatura humana. O ídolo, ou a idéia que se faz dele como meio de libertação é mentira satânica. O que se imagina do ídolo é puro engano porque sendo matéria presta-se à manipulação e não possui em si qualquer capacidade para ser agente ativo. Atrás do ídolo estão demônios que satisfazem seus admiradores para depois manipulá-los e afastá-los de Deus.
A prestação de contas com Deus do que fizemos da vida que Ele nos deu como presente é uma realidade futura incontestável. Nova vida só com Jesus. Somente quem nos deu o espírito/alma e corpo pode nos suprir em nossa integridade. Leia Isaías 44. 9 – 20.
Ao se afastar de Deus a criatura se torna criativa na prática de pecados invisíveis e visíveis. Deus a todos vê e em Seu amor providencia a purificação dos pecados em Jesus Cristo.
A morte de Jesus, longe de ser uma punição como queriam os judeus, foi a providência divina, única e eficaz para eliminar diante de Deus a causa e os efeitos da morte espiritual e da morte física gerados pelo pecado deliberado do homem. Com Sua morte Jesus desviou para Si a ira divina direcionada a nós pecadores e que se fosse efetivada nos condenaria à perdição eterna.
O sacrifício de Jesus foi cruento e vicário. Hebreus 9. 22. Nossa dívida não era com o Diabo, mas com Deus porque a Ele ofendemos através de nossos primeiros pais.
O apóstolo Paulo deixa claro esse raciocínio. Fomos incluídos na morte espiritual e física de Adão devido a sua desobediência. Somos incluídos na vida eterna com Deus pela morte e ressurreição de Jesus que pagou a nossa divida com a justiça divina em Seu sacrifício substitutivo. Deus só nos acolhe como filhos se considerarmos válido para nós o que Jesus Cristo fez na cruz. Só a Graça de Deus que gera em nós a necessidade da salvação e a fé para que ela ocorra pode nos salvar ou nos proteger da justa ira divina contra o pecado e o pecador. João 3. 36; 5. 24; 8. 24. Jesus somente nos reconcilia com Deus quando O recebemos como Senhor e Salvador. João 14. 6; Atos 4. 12; 1 Pedro 1. 18 – 21.
A obediência de Jesus nos colocou em relacionamento correto com Deus. Pela morte e ressurreição de Jesus, Deus nos separou definitivamente para Ele e nessa nova vida nos separamos diariamente para Deus a fim de fazer o que Lhe agrada e não o que nos agrada. Leia João 3. 16 – 21, 36; 5. 24; 8. 29; Romanos 5 – 6.
Essas são algumas das razões pelas quais Cristo morreu na cruz em nosso lugar. Deus não tinha outro plano de salvação sem que o Seu Filho estivesse nele. Entender e crer nessas realidades espirituais significa salvação eterna.

ENQUADRANDO-SE NA VISÃO
- Tenhamos um coração obediente como teve Jesus.

DETALHES
- Jesus cumpriu nos detalhes as Escrituras.

APLICAÇÃO
- Obedeça sempre ao comando do Senhor Jesus como Ele obedeceu ao comando do Pai.

PENSAMENTO
Jesus realizou tudo o que o Pai Lhe determinou fazer para a nossa salvação. Façamos o que Ele determinou para a salvação daqueles que ainda vão crer.

VERSÍCULO PARA DECORAR
Jesus disse: ‘Está consumado’. Com isso curvou a cabeça e entregou o espírito. v. 30.

ORAÇÃO
Obrigado Senhor porque a Tua obra foi completa. Ajuda-me a completar em Tua obra o que me cabe.



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